Infelizmente, o expatriado não amplia sua perspectiva e visão de mundo quando vive exterior, segundo Jiun-Shiu Chen, Ph.D . Em estudo publicado no International Journal od Bussiness and Social Science, estima-se que 10 à 45% dos norte-americanos retornam para os Estados Unidos, antes mesmo de completar um ano por questões de ajustamento à diferentes culturas.
Para saber mais veja artigo original abaixo:
Unfortunately, not every foreign assignment results in the expatriate gaining a broadened perspective and enhanced skill sets. While some managers enjoy the stimulus of living in a foreign country and view it as a mind-broadening experience, for others the foreign assignment is an ordeal. Going abroad for protracted periods places strains on managers and their families. Estimates range between 10% and 45% of U.S. expatriates fail (i.e., return to home country early) because of adjustment difficulties in foreign countries, and for those that complete an overseas assignment, another 20% leave their parent firms within a year ofrepatriation (Black et al., 1999; Black & Gregersen, 1999). Moreover, mangers taking foreign assignments typically fear the risk of ―being out of sight and out of mind‖ for corporate advantage or promotion and of being pigeonholed as a manager for foreign subsidiaries with limited upward mobility (Ashmalla, 1998) . Developing a Global Mindset: The Relationship between an International Assignment and Cultural Intelligence - Vol. 2 No. 9 [Special Issue - May 2011]- Al S. Lovvorn, Ph.D. (Corresponding Author)
Jiun-Shiu Chen, Ph.D.
terça-feira, 26 de junho de 2012
Até 45% dos executivos expatriados americanos retornam para casa antes de um ano no exterior
Infelizmente, o expatriado não amplia sua perspectiva e visão de mundo quando vive exterior, segundo Jiun-Shiu Chen, Ph.D . Em estudo publicado no International Journal od Bussiness and Social Science, estima-se que 10 à 45% dos norte-americanos retornam para os Estados Unidos, antes mesmo de completar um ano por questões de ajustamento à diferentes culturas.
Para saber mais veja artigo original abaixo:
Unfortunately, not every foreign assignment results in the expatriate gaining a broadened perspective and enhanced skill sets. While some managers enjoy the stimulus of living in a foreign country and view it as a mind-broadening experience, for others the foreign assignment is an ordeal. Going abroad for protracted periods places strains on managers and their families. Estimates range between 10% and 45% of U.S. expatriates fail (i.e., return to home country early) because of adjustment difficulties in foreign countries, and for those that complete an overseas assignment, another 20% leave their parent firms within a year ofrepatriation (Black et al., 1999; Black & Gregersen, 1999). Moreover, mangers taking foreign assignments typically fear the risk of ―being out of sight and out of mind‖ for corporate advantage or promotion and of being pigeonholed as a manager for foreign subsidiaries with limited upward mobility (Ashmalla, 1998) . Developing a Global Mindset: The Relationship between an International Assignment and Cultural Intelligence - Vol. 2 No. 9 [Special Issue - May 2011]- Al S. Lovvorn, Ph.D. (Corresponding Author)
Jiun-Shiu Chen, Ph.D.
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Você tem Inteligência Cultural?
A inteligência cultural é a capacidade de compreender e valorizar as diferenças e semelhanças culturais, dentro e entre os grupos. Essa inteligência facilita a adaptação rápida a outras culturas com o mínimo de estresse.
Se você tem uma alta inteligência cultural não importa se você está falando com brasileiros, canadenses ou chineses, você tem um conjunto de habilidades e competências para compreender as dimensões da cultura, maneiras de encontrar a inclusão através das diferenças e rapidamente adaptar-se e a essas novas demandas.
Algumas culturas fornecem o guia para a sobrevivência, na qual as pessoas se sentem naturalmente protegidas e quando encontramos algumas referências, as quais são diferentes das nossas, poderemos nos sentir ameaçados. Aspectos das culturas podem incluir a língua, sistemas de crenças, valores, a maneira certa ou errada de pensar e se comportar, entre várias outras coisas.
A proliferação da comunicação global e dos relacionamentos virtuais requer um alto nível de inteligência cultural. Até mesmo nos contatos por meio de vídeos conferencias ocorre a necessidade de interação cultural, o que às vezes, pode gerar tensões que são difíceis de detectar em um ambiente virtual.
Além disso, há aspectos práticos da cultura que deve fazer parte da consciência das empresas e das pessoas. Por exemplo, todas as pessoas que atuam com negócios globais devem imediatamente saber que horas são em São Paulo, Paris, Mumbai, Nova York e Tóquio ou quando é o Natal ou o Ramadã. No entanto, os exemplos acima são fáceis de serem percebidos e praticados. Existem alguns aspectos culturais mais subjetivos que necessitam de uma sensibilidade cultural mais apurada para sua percepção, compreensão e prática e que são responsáveis por causar mal entendidos em relações interpessoais e em transações de negócios.
Por Simone Barreto
www.flexmindbrazil.blogspot.com
quarta-feira, 13 de junho de 2012
É um programa desenvolvido por Emerson A Ciociorowski e Simone Barreto que visa o desenvolvimento de lideranças que envolvem, além de expatriados, lideres que interagem com equipes multiculturais e negócios no exterior. Tem como objetivo aumentar suas competências, tendo em vista seus talentos, buscando um alto grau de excelência como líder global, na interação com as diversas culturas onde atua, do ponto de vista profissional e pessoal. É um modelo desenvolvido a partir de práticas profissionais e de pesquisas acadêmicas, que visa trabalhar com qualquer líder que necessite de uma abordagem multicultural, cross-cultural e intercultural a partir de um processo de reflexão e autoconhecimento.
Ideal
Inspirar os profissionais a construir sonhos fazendo com que o trabalho seja apenas uma das suas ferramentas de realização na vida.
Visão
Através de ferramentas práticas e simples, dividir conhecimento e gerar multiplicadores que propiciem um processo de profunda reflexão e autoconhecimento para que as pessoas atinjam a excelência dentro de um ambiente multicultural.
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